Volta e meia passo por um processo de questionamentos...
Sempre que me pergunto se a forma como eu me sinto sobre algo é coerente e não tenho resposta positiva, procuro mudar minha linha de raciocínio de forma que eu consiga fazer um "up" em minha mente.
Coerência não tem nada a ver com justificativas... As vezes, eu posso ter novecentos e noventa e nove milhões de justificativas para os meus sentimentos (e acredite: normalmente eu tenho!), mas se não houver uma lógica nesses sentimentos, racionalidade nessas justificativas, de nada me adianta.
Por vezes tenho uma grande ajuda com relação esses conflitos emocionais, mas tem situações que tenho que lidar apenas com o meu eu interior...
Eu, eu mesma e eu de novo...
Enfim, toda essa ladainha pra dizer que: num desses processos de autoanálise e de conflitos emocionais, cheguei a uma conclusão bem simples.
AMOR É LIBERDADE.
É deixar ir e vir... é saber que o amor não é um sentimento condicional... Não tem lógica no termo amor incondicional por que se há uma condição, não é amor, é troca, é negócios.
O amor não impõe condições, não requer reciprocidade, não aprisiona, não exige e não impõe regras.
Nesse sentido, enquanto eu puder amar sem exigir, terei o privilégio de dizer que sei o que é o verdadeiro amor.
Agora que li o que escrevi, parece meio bobo... Mas, que bobagem seja, se essa bobagem for esclarecedora pra mim. Agora a frase do Renato faz mais sentido.
"Se o amor é verdadeiro, não existe sofrimento."
