Essa tirinha da Laerte sempre me deixa tal qual o último quadrinho.
-
Sei lá por que me deu pra ter vontade de escrever no blog de novo. O blogger é um desses apps falidos que ninguém mais usa ou lê. As vezes e...
-
REDES SOCIAIS O babaca nro. 01 vê uma informação na rede, não tem prova nenhuma de que é verdade, mas mesmo assim publica e promove. Momen...
terça-feira, 21 de janeiro de 2025
sábado, 18 de janeiro de 2025
domingo, 5 de janeiro de 2025
uma semana cheia
Domingo, poderia estar aproveitando bons momentos, lendo um bom livro, aproveitando uma conversa agradável. Mas no meio da tarde ensolarada ela só pensa em uma coisa.
Engraçado, com o passar dos anos essa sensação foi lhe consumindo quase que sem ser percebida. Primeiro ela o fazia por obrigação social, meio que é algo que faz parte da existência na sociedade. Com o passar de alguns poucos anos passou a ser uma necessidade não apenas social, mas existencial. Não tinha mais o seio familiar para retornar sempre que necessário, portanto, passou a fazer por pura e simples sobrevivência. Era necessário, era fundamental e obrigatório.
Segunda-feria, poderia estar decretando feriado, como Paulo Coelho, andando, saindo. Mas nem o cantar de Raul Seixas a desconectaria de sua sincronia com a máquina. Ela e a máquina era apenas uma, o que ela fazia, através da máquina a mantia seguindo. Estava viva superficialmente, artificialmente.
Terça. A obrigação, com o passar dos anos passou a ser parte do que ela é. Não mais fazia por necessidade, apesar de sim, a necessidade continuar sempre ali, presente. Mas com o tempo, não era mais a necessidade que a movia, era a sensação de que aquilo a representava. Como se fazer era o que a representava como pessoa, como indivíduo na sociedade, como mulher.
Assinar:
Postagens (Atom)
